Após um prémio para melhor conto original da Assírio e Alvim (em colaboração com a Universidade Nova) em 2002, a minha escrita tem-se resumido ao DN Jovem e ao meu blog. Refugiu-me no charme no escritor falhado para esconder a frustração de não ser escritor. Acredito que a narrativa morreu, e que a escrita enquanto arte se deve basear no som das palavras, como traços abstractos numa tela que se recusa a ser figurativa. O que mais gosto de fazer é, ainda assim, escrever.
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